quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Família e Escola: parceria pela Educação



A família e a escola formam uma equipe. É fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir.

Ressalta-se que mesmo tendo objetivos em comum, cada uma deve fazer sua parte para que atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir crianças e jovens a um futuro melhor.
O ideal é que família e escola tracem as mesmas metas de forma simultânea, propiciando ao aluno uma segurança na aprendizagem de forma que venha criar cidadãos críticos capazes de enfrentar a complexidade de situações que surgem na sociedade.

Existem diversas contribuições que tanto a família quanto a escola podem oferecer, propiciando o desenvolvimento pleno respectivamente dos seus filhos e dos seus alunos. Alguns critérios devem ser considerados como prioridade para ambas as partes. Como sugestões seguem abaixo alguns deles:

Família



• Selecionar a escola baseado em critérios que lhe garanta a confiança da forma como a escola procede diante de situações importantes;

• Dialogar com o filho o conteúdo que está vivenciando na escola;

• Cumprir as regras estabelecidas pela escola de forma consciente e espontânea;

• Deixar o filho a resolver por si só determinados problemas que venham a surgir no ambiente escolar, em especial na questão de socialização;

• Valorizar o contato com a escola, principalmente nas reuniões e entrega de resultados, podendo se informar das dificuldades apresentadas pelo seu filho, bem como seu desempenho.




Escola 



• Cumprir a proposta pedagógica apresentada para os pais, sendo coerente nos procedimentos e atitudes do dia-a-dia;

• Propiciar ao aluno liberdade para manifestar-se na comunidade escolar, de forma que seja considerado como elemento principal do processo educativo;

• Receber os pais com prazer, marcando reuniões periódicas, esclarecendo o desempenho do aluno e principalmente exercendo o papel de orientadora mediante as possíveis situações que possam vir a necessitar de ajuda;

• Abrir as portas da escola para os pais, fazendo com que eles se sintam à vontade para participar de atividades culturais, esportivas, entre outras que a escola oferecer, aproximando o contato entre família-escola;

• É de extrema importância que a escola mantenha professores e recursos atualizados, propiciando uma boa administração de forma que ofereça um ensino de qualidade para seus alunos.

A parceria da família com a escola sempre será fundamental para o sucesso da educação de todo indivíduo. Portanto, pais e educadores necessitam ser grandes e fiéis companheiros nessa nobre caminhada da formação educacional do ser humano.

Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Feliz Dia das Crianças

No mês de outubro comemoramos o Dia da Criança. Embora todo dia seja dia da criança, nós preparamos muitas atividades divertidas para festejar com nossos pequenos durante esse mês. Vejam só quantas coisas legais!





Sessão Cinema: acompanhada de biscoitinhos e achocolatado. Uma delícia!








Dia da Fantasia: brincadeiras com fantasias, máscaras, maquiagem e até manicure!








Brinquedos de festa: um dia todo para brincar no balão pula-pula, no tobogã e na piscina de bolinhas!









Modelagem em argila: nessa brincadeira vale soltar a imaginação, se lambuzar com argila e se divertir!








Bolhas de sabão: desde bolinhas de sabão pequenas até bolhas de sabão gigantes colorindo o dia das crianças!






"A criança é o amor feito visível."
Friedrich Novalis

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Momento de reflexão - e AÇÃO!


 Olhem bem essas imagens...





 O que elas lhe dizem?



 Que sentimento elas provocam em você?

                           




 Será que nós temos alguma responsabilidade nos acontecimentos traduzidos nessas fotos?








"Preservar a Natureza é antes de tudo um ato de cidadania,
sendo considerado um dever de todo habitante deste planeta.
É de responsabilidade de cada indivíduo fazer a sua parte
para manter a integridade do mundo em que vivemos.
O que ocorre atualmente, é que a maioria das pessoas têm essa alienação cultural,
adquirida de gerações passadas que nunca se preocuparam
com as consequências da degradação do ecossistema,
pois havia uma recuperação natural do equilíbrio ambiental
antes do advento da revolução industrial.


Depois que o homem ocupou todos os confins planetários e se mantêm na postura de apenas receber da Mãe Terra, sem ajudá-la na sua sustentabilidade,
paulatinamente vai havendo uma ruptura dessa harmonia.

O que ocorre atualmente, é o que eu chamo de "analfabetismo ecossustentável".
Devemos agora então, aumentar a consciência cultural especialmente no aspecto da
preservação do ecossistema.
Nossos governantes ainda não adquiriram a responsabilidade
que a eles cabem de promulgarem essa conscientização.
Além do mais, não há uma fiscalização adequada.
Quando todos tiverem essa motivação internalizada em seus comportamentos,
não mais precisaremos de fiscais, e todos se incumbirão de executar a sua parte.


Porque, o que alguns seres humanos vêem praticando no planeta,
é antes de ser um desamor à Natureza,
é um desamor ao próximo e especialmente um desamor a si mesmo.
Não se conscientizaram da lenta e progressiva destruição dos mananciais,
porque se assim fosse,
já teríamos tomado medidas de esclarecimento populacional em massa.
A Natureza é generosa, ela tudo dá em abundância,
mas espera de cada um, o seu reconhecimento e a sua retribuição..."


Texto de Flávio Silveira de Souza

Hummm... Que delícia! A Turma do Panda fez pizza!









quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Família e Escola: importante parceria pela educação de nossas crianças!

Reunião de Pais e Mestres. Turma do Peixe-setembro/2013

 


Dinâmica: Os pais presentes foram divididos em grupos para discutirem um texto sobre educar, e tiveram que refletir sobre o mesmo e ilustrar suas conclusões.
 
Após as reflexões, confecção do cartaz, cada grupo escolheu um membro para apresenta-lo aos demais grupos:


 
 
 



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Fique atento!

Depressão: de pai para filho

Transtornos de ansiedade podem ser transmitidos entre gerações. Saiba como lidar com eles.
por Giuliano Agmont


Acredite: milhões de meninos e meninas Brasil afora enfrentam as dores da alma ao longo da infância ou da adolescência. E o pior: com altos índices de reincidência depois das primeiras manifestações. O mais impressionante, no entanto, é o que revelam dois recentes estudos americanos, um da Universidade de Vanderbilt e outro do Johns Hopkins Children’s Center. Eles mostram que filhos de pais depressivos ou com desordens de ansiedade são até sete vezes mais suscetíveis do que outras crianças a apresentar esse tipo de transtorno. Felizmente, também de acordo com as duas pesquisas, dá para interromper o ciclo desses distúrbios psicológicos de forma precoce.

"Esses problemas, que incluem a síndrome do pânico e as fobias, resultam de uma combinação entre predisposição genética e fatores ambientais", resume a psiquiatra infantil Ana Kleinman, coordenadora do Programa de Transtornos do Humor da Infância e Adolescência (Proman) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. "Pais depressivos ou ansiosos, além dos genes que transmitem aos filhos, podem ter maior difi- culdade para dar a atenção de que a moçada precisa", acredita. 


A falta de paciência, a agressividade e a indiferença dos adultos podem gerar uma sensação de abandono emocional na garotada. E, para complicar tudo, essa turma teme ver o pai ou a mãe reagir mal diante de suas necessidades. No consultório de Ana, por exemplo, a cena é relativamente comum: ao perguntar a seus jovens pacientes se acham que a vida se passa em uma tela de TV em preto e branco, em geral a médica ouve respostas que refletem angústias e perturbações atípicas da faixa etária.

Com olhares esquivos, voz baixa e dicção lenta, os meninos expressam, a partir dessa provocação, quanto o mundo à sua volta perdeu o brilho e a cor. E começam a buscar explicações para a falta de prazer, o tédio e a desesperança. De acordo com a situação, tentam entender por que passaram a ficar irritados por tudo, sempre prontos para brigar com pais, amigos e professores. Ah, sim, o sinal de que algo não vai bem costuma soar tanto em casa quanto na escola. Não é raro que a queda no desempenho durante as aulas seja a primeira chamada para o estado de melancolia que se instala.
O mal-estar em uma idade precoce, obviamente, causa culpa nos pais. Mas é preciso esquivar-se desse sentimento. Adultos também são vítimas das mazelas emocionais. "Muitos nos procuram porque seus filhos não estão bem e depois descobrimos que eles precisam de ajuda tanto quanto os jovens", confirma a psiquiatra Ana Kleinman. O psicólogo Roberto Banaco, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, vai além: "O risco de insucesso é grande quando só a criança recebe terapia".

Vale lembrar que existem outros fatores para o surgimento da depressão em garotos e garotas, teens ou não, como preconceitos e gozações na escola. O certo é que os transtornos psíquicos sempre desencadeiam algum prejuízo. "Por isso, qualquer atitude que caracterize uma tentativa do jovem de se afastar das coisas que ele gostava de fazer ou sempre fez merece ser investigada", explica Roberto Banaco.

Passar mais tempo ao lado do filho elogiando bons comportamentos em vez de fazer cobranças — que só vão torná-lo mais recluso — é um bo

 

m começo. Assim como é prova de amor apontar gentil e firmemente posturas indesejáveis e oferecer a ele oportunidades de executar tarefas para as quais tenha habilidade. Nessa escalada, é possível contar com a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra. O tratamento analítico ou medicamentoso — ambos têm a mesma eficácia, segundo os resultados de um estudo patrocinado pelo Instituto de Saúde Mental dos Estados Unidos — pode ser a corda que puxará toda a família do fundo do poço rumo ao alto-astral.




Que tal andar a cavalo com a Turma da Fazenda?