segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Seu filho costuma fazer birra? Então, leia isso!


Birra: a hora de dizer não para a criança



 Não é fácil lidar com os escândalos das crianças, mas os especialistas garantem: pais que sabem dizer não e sustentam essa posição têm mais chances de ajudar os filhos
Tudo começa com um chorinho quando o bebê não consegue satisfazer seus desejos – subir na mesa, pegar o controle remoto, não devolver o brinquedo do irmãzinho. Mas o primeiro mandamento para lidar com a birra infantil é não se desesperar.
 Gritar e perder o controle só reforça esse tipo de comportamento da criança, que entende a sua reação como parecida com a dela. Quando o pequeno percebe que conseguiu tirá-la do controle e chamou a sua atenção, desconfia que você acabará cedendo, especialmente se estiverem em público. E, aí, salve-se quem puder.
 Segundo a psicanalista infantil e familiar Anne Lise Scappaticci, de São Paulo, desde muito cedo as crianças aprendem a arte da manipulação. “Da mesma maneira que sabem que agradam quando são boazinhas, percebem que podem usar a birra para conseguir o que desejam”, diz.
 A teima faz parte do comportamento infantil, como uma tentativa de a criança demonstrar certa independência e expressar suas vontades. E aparece por volta de 1 ano e meio de idade.
 Quando a criança tenta conseguir o que quer através de showzinhos, a dica é dar um pouco de atenção, sem estender a bronca por horas. Você pode dizer que esse “não” é o jeito de conseguir o que ela quer e por causa disso não vai ter mesmo. E não fique assistindo ao espetáculo, a menos que a criança esteja se debatendo e corra o risco de se machucar.
 “Nesses casos, aconselho a abraçá-la e ir conversando até ela se acalmar”, afirma Anne Lise. Se o incidente ocorreu numa festa de aniversário, por exemplo, assim que cessar, volte para casa. Depois de um escândalo como esse, a criança não pode ser recompensada com diversão.
 Segundo Vera Iaconelli, psicanalista e coordenadora do Gerar – Instituto de Psicologia Perinantal, se o ataque for muito intenso e você estiver no shopping ou no parque, vale levá-la até o carro para se acalmar e, se for o caso, nem retornar. O problema é acabar com o programa dos irmãos ou da família toda. O ideal é tirá-la do local e mostrar que a birra não levará a nada, que você não mudará de ideia.
 “Quando os pais aprendem a lidar com o filho, as birras diminuem. Depois de uma ou duas vezes, ele aprende que a teimosia não adianta e para de insistir. Se isso não acontece, é porque a criança descobriu que fazer cena funciona e ela sempre ganha a parada”, diz Vera.
 A maneira de lidar com esses conflitos é decisiva. “Os pais precisam ser firmes, mesmo que o filho chore e fique com raiva deles. Se cedem a cada vez que ele fica desapontado, acabam criando uma pessoa que não suporta a frustração, tem dificuldades de relacionamento e fica malvista pelos amigos, que muitas vezes se afastam”, alerta Anne Lise.
 O bebê está brincando, você precisa dar banho nele para sair, mas a criança não quer. Ele se rebela e chora. Nessas horas, o truque é mudar seu foco, chamando a atenção para objetos e pessoas de que ele gosta. Imagine se os pais ou os cuidadores sempre cederem a essa pequena rebeldia? Como conseguirão encontrar um momento para levá-lo à banheira? E quando ele ficar maior, serão os pais capazes de impor obediência?
 A psicanalista Vera Iaconelli explica que a capacidade de aceitar regras vai se desenvolvendo ao longo do tempo e os pais não precisam fazer disso uma batalha, entrando em constante confronto com a criança.
 “Alguns pais têm tanto pavor da birra que negam tudo, vetando qualquer chance de o filho se revoltar e descobrir por si só o que quer. O equilíbrio está em selecionar o não para coisas realmente importantes, como morder e bater nos outros ou nos objetos, colocar o dedo na tomada, atravessar a rua sem dar a mão.
 Se seu filho sempre se comporta como um birrento, atenção! “Apesar de ser frequente no universo infantil, o padrão indica um problema mais sério. É hora de procurar ajuda de um especialista. Do contrário, a birra fará a criança se fechar em uma ideia fixa, sem enxergar outras possibilidades”, alerta Anne Lise.
 É difícil enfrentar um comportamento quando ele aparece pela primeira vez. E é muito comum a criança que nunca fez uma determinada birra um dia se atirar no chão e fazer manha, deixando os pais atônitos.
 Uma das explicações para isso é a imitação. Ela pode ter visto o amiguinho fazer o mesmo, percebido que funcionou e tentar a sorte também. “O papel dos pais nessa hora é dizer não e tirar a criança do local. Ponto final. Não caia na tentação de passar meia hora falando, dando corda para uma atitude repreensível ou criticando a ação como se fosse a pior coisa do mundo”, diz Vera.
 “Até os 5 ou 6 anos, a criança não consegue manter a concentração nas palavras por mais de 20 ou 30 segundos”, diz a psicóloga infantil e terapeuta familiar Suzy Camacho, autora do livro Guia Prático dos Pais (ed. Paulinas).
 Por isso, é fundamental insistir nas regras. “Antes de sair de casa, converse com ela e deixe claro o que não será permitido. Dependendo da idade, ela pode esquecer, daí a necessidade de repetir a história muitas vezes, até que ela aprenda."
 Antes de chegar ao supermercado, por exemplo, deixe claro o que será possível comprar entre as guloseimas de que ela gosta e quando poderá comer. Caso ela abra o iogurte ou o pacote de bolacha ainda na loja ou no carro, seja firme. Diga que não é hora nem lugar para comer aquilo e coloque o produto em local fora de alcance. “A estratégia é evitar o acesso fácil ao que é proibido e aguentar a birra, mesmo que se sinta constrangido por estar em local público”, afirma Anne Lise.
 Muitas vezes, os pais acabam dizendo sim, sim, sim por pena de ver o filho sofrer. Quem nunca teve ímpetos de aceitar levar um brinquedo caríssimo só de olhar para a carinha de choro de seu filho, implorando no meio da loja, quando o combinado era não comprar nada?.
 Segundo Suzy, no entanto, para criar pessoas equilibradas é preciso que os pais impeçam o filho de impor sempre sua vontade. “Quem não quer ter um ditador precisa dizer não. Crianças que nunca são contrariadas acabam se tornando adultos infelizes, irritadiços, agressivos, depressivos, já que o mundo não dá o mesmo sim incondicional dos pais”, afirma Suzy.
 O limite, explica Vera, é uma forma de evitar a teima e deixar a criança mais segura. “A criança sem limite se sente culpada, sem chão, tem dificuldades para ficar longe dos pais. Quando eles são firmes, elas se sentem acolhidas e entendem que uma cena não os fará mudarem de ideia.”
 “Se os pais forem coerentes com o que dizem e fazem, terão um filho disciplinado aos 7 anos e deverá seguir assim pelo menos até a adolescência, quando a rebeldia, uma nova forma de birra, ressurge em intensidade variada, dependendo de como a criança vem lidando com as frustrações”, conta Suzy.

Oba! Festa na Escola!!!


Dicas de Segurança no Trânsito



O trânsito está cada vez mais complicado! Mas se cada um de nós, motoristas e pedestres, fizermos nossa parte poderemos tornar o trânsito mais gentil e seguro. E isso não é tão difícil assim. Veja as dicas:
Trafegue na faixa certa - Em baixa velocidade, conserve-se na faixa da direita. Você se mantém mais seguro e não atrapalha o trânsito.
Cuidado nas ultrapassagens - Só ultrapasse pela faixa da esquerda. Você evita surpresas para você e o motorista da frente.
Atenção ao sinal amarelo - Não faça do sinal amarelo um complemento do verde. Pare e evite acidentes com carros e pedestres.
Buzina só em último caso - Evite ficar buzinando o tempo todo. Isso só causa stress e sustos desnecessários. Quando o carro à sua frente estancar no sinal, tenha paciência e aguarde. Antes de buzinar, lembre-se que poderia ser você.
Pega é crime - Fazer pega nas ruas é crime. Rua não é pista de corrida. Acidentes durante pegas geralmente matam motoristas e transeuntes inocentes.
Não utilize celular - É proibido usar telefone celular enquanto se dirige. Quando o seu tocar, estacione o carro em local seguro e só então atenda. Falar ao celular atrapalha a concentração e provoca acidentes graves.
Estacione sempre corretamente - Nunca pare em fila dupla, principalmente em frente a escolas. Isso tira a visão dos motoristas que passam e das crianças que atravessam a rua. Calçada é lugar de pedestre, não de carro.
Cinto de segurança é obrigatório - Não abra mão de sua segurança. Para não amassar as roupas use um pano entre elas e o cinto, ou use acessórios acolchoados nos cintos. Torne a colocação do cinto um procedimento automático assim que entrar no carro.
Faixa de pedestre - O próprio nome já diz tudo. Não pare o carro sobre ela. É contra a lei.

Segurança do Pedestre
Motoristas e pedestres travam verdadeiras batalhas nas ruas e estradas. O resultado é um saldo elevado de atropelamentos por ano, com muitas vítimas fatais. De quem é a culpa? Dos motoristas? Em parte sim, porque muitos não obedecem às leis de trânsito. Mas os pedestres também são culpados. Eles também não obedecem às leis de trânsito. A segurança do pedestre depende de sua própria disciplina. Atitudes simples como estas podem salvar vidas:
  • Atravesse as ruas com atenção.
  • Antes de deixar a calçada, observe de onde vêm os carros e se há semáforo.
  • Atravesse sempre na faixa de pedestres, quando houver.
  • Não fique no meio-fio esperando o sinal fechar para os carros. Isso atrapalha os motoristas e pode causas acidentes.
  • Respeite a vez do motorista. Nunca tente atravessar se o sinal estiver aberto para os carros. Se ocorrer um acidente a culpa será sua.
  • Utilize as passarelas para pedestres nas grandes avenidas ou rodovias. Não tenha preguiça nem queira encurtar o caminho. Você pode estar encurtando a sua vida
  • Ande sempre pela calçada. Quando não existir calçada, caminhe no sentido contrário ao do tráfego para ter melhor visão dos veículos.
  • Nunca desça de um ônibus fora do ponto. Se não for possível evitar, antes de descer olhe bem se nenhum carro ou moto está vindo em sua direção.
  • Nunca abra a porta ou desça de um carro estacionado sem primeiro olhar se estão passando pedestres ou veículos.
  • Use roupas claras (ou um sinal luminoso) para andar à noite. Isso permite que os motoristas vejam você.
  • Nunca passe correndo na frente de uma garagem. Pare e olhe se não está saindo nenhum carro.
  • Não deixe crianças brincando na rua sozinhas. Elas se distraem facilmente e não percebem o perigo.
Cinto de Segurança
 
Em caso de colisão, o cinto de segurança aumenta em 50% a proteção dos passageiros. Ele não é opcional. Faz parte das condições de segurança do carro, assim como os freios.  Se o carro estiver a 20 km / hora e colidir, a cabeça dos ocupantes será projetada na mesma velocidade contra o pára-brisa. É o suficiente para provocar a perfuração do globo ocular. Portanto, o uso do cinto de segurança é necessário mesmo em baixa velocidade. Imagine o que pode acontecer a 50, 80 ou 100km / hora.
Cuidados especiais: 
  • Crianças devem viajar sempre no banco traseiro. As pequenas devem ser transportadas em cadeirinhas apropriadas. A partir dos sete anos, as crianças podem usar cinto de segurança do banco traseiro.
  • Gestantes devem usar o cinto, atado de maneira segura e confortável; nem apertado nem frouxo demais. 
  • Qualquer passageiro que viaje no banco traseiro deve obrigatoriamente usar o cinto. Caso contrário, se houver colisão, ele será jogado sobre os passageiros da frente, agravando o acidente.
  • A folga entre cinto e o corpo deve ser no máximo de 5cm (ou o equivalente ao seu punho).
  • Nunca passe o cinto por debaixo do braço. 
  • Pela lei, em caso de acidente, você é responsável pelas pessoas que transporta em seu carro. Use o cinto e exija que todos no seu carro também o façam.
  • Respeite as leis de transito.
  • Ensine seus filhos a respeitá-las.

domingo, 2 de setembro de 2012

Turma do Circo

Que gostoso partilhar o ovo de Páscoa com os amigos!


Aprendemos muito brincando com massinha de modelar!

Cuidar da horta nos ajuda a aprender sobre alimentação e meio ambiente!

E quem disse que criança não sabe preparar alimentos saborosos?




sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Tempo para os filhos : Qualidade ou Quantidade ?


Christiane Lima

Não é de hoje que ouvimos a famosa expressão “O importante não é a quantidade, mas a qualidade”. Mesmo assim esse dilema continua a atormentar muitos pais. Alguns porque desejam estar mais próximos dos filhos e outros se aproveitam dessa “máxima” para justificarem sua ausência. Afinal de contas, de quantas horas se faz um pai ou uma mãe? É possível ser mães e pais educadores com pouco tempo? De quanto tempo precisam os filhos? Será que o tempo de qualidade é suficiente?
Para muitos, aguardar a chegada de um filho e planejar como criá-lo, essencialmente é sinônimo de: “Em qual escola iremos matriculá-lo?” ou “Em qual creche iremos deixá-lo?”. Entretanto é preciso lembrar-lhes que quando se tem um filho (planejado ou não), torna-se obrigatório arrumar espaço para ele em sua vida pessoal e profissional, pois a falta de tempo tem sido classificada como uma das razões que mais desencadeia problemas emocionais durante a infância, já que é no seio da família que os valores e a personalidade de cada um tende a se formar e consolidar. E para que tudo transcorra de maneira benéfica, a presença dos pais é essencial e deve ser priorizada. Dessa forma, em se tratando do processo de educação dos filhos não se deve deixar que prevaleçam os “empecilhos”, pois vale lembrar que o que for plantado hoje, certamente será a colheita de amanhã.
De um modo ou de outro, o certo é que vivemos um momento singular na história da educação, pois a jornada de trabalho torna-se cada vez mais exigente; às vezes trabalhar e educar os filhos ficam sob a responsabilidade de apenas um dos cônjuges ou ainda o desejo de realização profissional faz com que coloquem a atenção às crianças em segundo plano, pois imaginam que o resultado financeiro e os bens materiais que podem oferecer legitimam a ausência dentro do lar.Ora, colocar um filho no mundo e mantê-lo é bem mais que dar-lhe comida, roupas, brinquedos e escola. É imprescindível que haja uma convivência afetiva, a qual consiste em conversar, ouvir, brincar, educar... E isso tudo se constrói no dia-a-dia, pois diversamente do que muitos crêem ser um profissional de sucesso e pais dedicados não são tarefas incompatíveis e somente obtêm sucesso os pais que se propõem a disponibilizar tempo para acompanhar o desenvolvimento dos filhos, observando atentamente sua evolução de comportamento e personalidade. Essa presença se constitui em um elemento formador da estreita relação que deve existir entre ambos, dos laços que devem ser edificados e fortalecidos diariamente, portanto esta deve ser valorizada e honrada, no verdadeiro sentido da palavra, que me perdoem o trocadilho, “enquanto há tempo”. 
E querem saber mais? temos que considerar que nem sempre são os pais que não encontram tempo, às vezes são as crianças que não têm espaço para viverem sua infância e estarem com seu pais, sendo sobrecarregados com inúmeras atividades extras. Tudo bem que atualmente existe uma necessidade de agregar mais conhecimentos aos filhos. Mas será que eles precisam aprender tudo ao mesmo tempo?Essa sobrecarga é prejudicial tanto para os pais quanto para os filhos que não usufruem da convivência familiar. E mais tarde, estes adolescentes que não encontram amor e segurança “dentro de casa”, tendem a ir procurá-lo com terceiros (nem sempre confiáveis), como forma de suprir a carência.
Muitos pais que não criam espaço em suas vidas para os filhos também sentem-se culpados por saberem que não estão oferecendo tudo que a criança necessita, portanto  têm receio em ensinar limites e tentam compensar com presentes ao invés de dar-lhes o que mais desejam “tempo” (leia-se amor, atenção ...). É necessário ter consciência de que a qualidade é importante sim, mas deve estar sempre associada à quantidade. Vamos transformar essa teoria em resultados práticos e positivos? Se a relação for afetiva, contínua e imutável, a distância será apenas um detalhe. Mas como conseguir essa fórmula?  Telefonemas, torpedos, bilhetes, programas no final de semana, conversas no carro, durante as refeições. Caso não seja de costume buscá-los ou deixá-los na escola, vale a pena o esforço para fazer essa “surpresinha” de vez em quando. E tem mais: se prometeu ligar, faça-o na hora combinada, isso é essencial para demonstrar cuidado e dedicação. Mantenha sempre contato com o colégio e procure conhecer de perto suas amizades... E o mais importante de tudo isso: não tenha receio de sempre deixar muito evidente o quanto ama seu filho(a). Mesmo sendo escasso o tempo, carinho e afeto são grandes exemplos do quanto a relação pode ser positiva. Em outras palavras, é impossível não adequar tantas possibilidades à qualquer profissão. Essas iniciativas e gestos tão simples, com certeza darão maiores probabilidades de que eles cresçam mais felizes, transformando-se em adultos plenamente capazes de conviver em sociedade e futuramente também exercerem seus papéis de pais, mães e profissionais com total equilíbrio e harmonia.

Não quero com tudo isso dizer que criar filhos é tarefa das mais simples. Quem nunca ouviu : “ser mãe (ou pai) é padecer no paraíso” ? Ter filhos requer maturidade, renúncia e abnegação voluntárias (com coerência, é claro !) em prol de um ser que depende dos pais para sobreviver (em todos os aspectos). Sabemos que pais perfeitos não existem, mas o essencial é que estejam sempre disponíveis, que sejam de fácil acesso e diálogo. A receita ideal não existe, a gente mistura um ingrediente daqui, outro dali ..uma pitadinha disso ou daquilo. Enfim, depende de cada um, mas é inquestionável que tempo em quantidade e qualidade estipula limites, promove a independência, cria laços de confiança e amizade entre pais e filhos, e isso pode significar uma família mais ajustada. Afinal de contas, criança aprende pelo exemplo que recebe e não por frases cheia efeitos, mas vazias em significados. É indispensável assumir também o papel de pais profissionais e não delegar esse ofício, o qual deveria ser intransferível. A interação entre pais e filhos é preciosa, cada minuto desse tempo é insubstituível, pois não volta atrás. Vale a pena priorizar a família, refletir e otimizar a utilização do tempo. Essa medida poderá ser um grande começo para uma sociedade melhor!

Christiane Lima é Assistente Social (formada pela Universidade Federal do Maranhão), Psicopedagoga, Especialista em Saúde da Família e professora universitária.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Turma do Coelho

Estamos aprendendo que a terra dá frutos!

Mas para isso, é preciso cuidar da terra...

... cultivá-la...

... trabalhar em conjunto...

... e só então poderemos colher o fruto do nosso trabalho! Quanto aprendizado!

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Turma do Patinho

"O que será que tem na caixa?"


"Que legal! É o mascote da Turma do Patinho!"


"Nós gostamos muito do patinho..."
"...e do balãozinho também!"